Programa debate mandato de deputado eleito e propostas para segurança e benefícios sociais
Edições do Boa Noite reuniram Lucas do Vale, Marajá Alves Filho e dois advogados para discutir prioridades no Congresso, mudanças na segurança pública, programas sociais e a transição da jornada 6×1 para 5×2.

O programa Boa Noite dedicou as edições de terça-feira (3), quarta-feira (4) e quinta-feira (5) a temas da política nacional. Apresentadas pelo jornalista Paulo Beringhs, as entrevistas trataram dos planos do deputado estadual Lucas do Vale, eleito deputado federal no pleito de 2026, da proposta de mudança na coordenação da segurança pública e da sustentabilidade de benefícios sociais defendidos pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Na terça-feira (3), Lucas do Vale falou sobre sua atuação na Assembleia Legislativa e citou ações na área da saúde voltadas às populações de Rio Verde e Santa Helena, apontadas como suas principais bases eleitorais. O parlamentar afirmou que pretende levar para a Câmara dos Deputados uma agenda de ampliação do atendimento aos municípios e à população.
Entre as prioridades mencionadas pelo deputado eleito estão as pautas do agronegócio. Segundo Lucas do Vale, a atuação conjunta com a bancada do setor deverá buscar melhorias na infraestrutura logística de Goiás, além de soluções para a renegociação de dívidas e a oferta de juros subsidiados aos produtores.
A edição de quarta-feira (4) recebeu o professor de Direitos Humanos Marajá Alves Filho para discutir a Proposta de Emenda à Constituição da Segurança Pública e a proposta do governo Lula de criar um Ministério da Segurança Pública. O debate abordou a viabilidade jurídica e social das medidas e seus possíveis efeitos sobre a coordenação das políticas de segurança no país.
Na quinta-feira (5), os advogados Leopoldo Siqueira e Marcelo Gomes avaliaram as promessas de campanha de manter benefícios sociais, entre eles o Desenrola e o Bolsa Família. Os dois demonstraram ceticismo sobre a sustentabilidade dos programas e discutiram possíveis efeitos dos auxílios sobre o mercado de trabalho, especialmente o receio de beneficiários de perderem os pagamentos ao aceitar empregos com carteira assinada.
A mesma edição abordou a proposta de transição da jornada de trabalho da escala 6×1 para a 5×2. Leopoldo Siqueira afirmou que já existem ações no Supremo Tribunal Federal que buscam ampliar o prazo para a implementação da mudança. O programa encerrou a sequência semanal com a discussão sobre os impactos jurídicos, sociais e econômicos das medidas em debate.
Fontes da reportagem
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