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Vereadores de Aracaju mediaram, nesta terça-feira (1º), uma reunião entre Prefeitura, Ipesaúde, servidores e sindicatos para tentar resolver o impasse sobre repasses do convênio. S
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Vereadores de Aracaju mediaram, nesta terça-feira (1º), uma reunião entre representantes da Prefeitura, do Instituto de Promoção e Assistência à Saúde de Servidores do Estado de Sergipe (Ipesaúde), de servidores e de sindicatos para buscar uma solução para o impasse sobre o
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convênio. Segundo o Ipesaúde, a dívida discutida pode chegar a quase R$ 18 milhões e a situação poderia comprometer a continuidade do atendimento.
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Durante o encontro, a Prefeitura reconheceu a parte do débito referente à contribuição patronal e passou a aguardar uma proposta do Ipesaúde para a quitação dos valores.
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A parcela ligada à contribuição dos servidores seguirá em negociação entre o instituto, o município e as entidades sindicais. Uma nova reunião foi marcada para a próxima terça-feira (7), quando deverá ser analisada a proposta de pagamento.
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O vereador Isac Silveira (União Brasil) afirmou que a mediação surgiu a partir de discussão no plenário e defendeu o papel do Legislativo na construção de uma saída para o conflito.
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O vereador Vinícius Porto (PDT), líder da prefeita na Câmara, disse que a articulação buscou evitar prejuízo aos servidores e indicou a expectativa de que um acordo seja fechado em até uma semana.
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Segundo ele, o objetivo é garantir o pagamento da parte patronal e a renovação do contrato com o Ipesaúde.
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O presidente do Ipesaúde, Walter Gomes Pinheiro Júnior, afirmou que parte da dívida já é reconhecida pelo município e que a análise do instituto aponta valor próximo de R$ 18 milhões.
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Ele informou ainda que há parcela já transitada em julgado em 2019 e outra parte, judicializada no ano passado, ainda em discussão.
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Representando os servidores, o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Aracaju (Sepuma), Nivaldo Fernandes, disse que a reunião buscou uma alternativa que trouxesse tranquilidade aos trabalhadores.
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Já o procurador-geral do Município, Hunaldo Mota, avaliou que houve avanço e afirmou que o município nunca negou a dívida nem esteve fechado ao diálogo.
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