Educacao
Sete pesquisadores da Universidade Federal de Sergipe aparecem na edição de 2026 do ranking elaborado com dados da Elsevier e organizado pela Universidade Stanford, que reúne os 2%
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A Universidade Federal de Sergipe (UFS) tem sete pesquisadores na edição de 2026 da lista dos cientistas mais influentes do mundo.
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O ranking, organizado pela Universidade Stanford, nos Estados Unidos, com dados da editora científica Elsevier, reúne pesquisadores que estão entre os 2% mais citados em cada área do conhecimento.
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A presença da universidade sergipana abrange principalmente campos ligados às ciências da saúde. Segundo o material divulgado, os pesquisadores reconhecidos atuam em química medicinal, farmacologia, farmácia, medicina, saúde pública e odontologia.
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A relação é apresentada como resultado de uma trajetória construída em programas de pós-graduação, laboratórios e grupos de pesquisa da instituição, com participação de docentes, técnicos e estudantes de graduação, mestrado e doutorado.
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Entre os nomes identificados na relação estão Adriano Antunes de Souza Araújo, da área de Farmacologia e Farmácia; Jullyana de Souza Siqueira Quintans, de Química Medicinal; e Paulo Ricardo Saquete Martins-Filho, associado à Odontologia e à Saúde Pública.
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O material jornalístico informa a presença de sete pesquisadores da UFS, mas apresenta nominalmente esses três integrantes. A lista tem duas classificações. Uma considera o impacto acumulado da produção científica ao longo de toda a carreira.
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A outra avalia o impacto mais recente, com base nas citações recebidas pelos pesquisadores em 2025. A edição foi publicada em 7 de outubro de 2026 e está disponível para consulta pública. A metodologia é organizada pelo professor John P. A.
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Ioannidis, de Stanford, a partir de dados da base Scopus. Para integrar o ranking, o pesquisador precisa estar entre os 100 mil mais bem colocados no mundo ou entre os 2% superiores de sua subárea.
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A posição combina o número de citações, o índice h e a posição de autoria nos artigos científicos. O reconhecimento coloca a produção da UFS no conjunto de pesquisas com maior circulação e impacto entre os cientistas avaliados internacionalmente.
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O resultado também reforça a participação das universidades públicas brasileiras na produção de conhecimento, na formação de profissionais e no desenvolvimento de pesquisas financiadas com recursos públicos.
Fontes da reportagem
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