Economia
Dados da PMS mostram que Sergipe teve o segundo maior crescimento do Nordeste no acumulado de 12 meses até agosto. No período, o volume de serviços avançou 3,7%, enquanto a receita
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O setor de serviços em Sergipe acumulou crescimento de 3,7% nos 12 meses encerrados em agosto, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (14).
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O resultado colocou o estado na segunda posição entre os estados do Nordeste e na sexta colocação no ranking nacional do período. A análise dos números foi feita pela Secretaria Especial de Planejamento, Orçamento e Inovação (Seplan), por meio do Observatório de Sergipe.
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Considerando o acumulado de janeiro a agosto, o volume de serviços no estado apresentou alta de 3,2%, desempenho que também deixou Sergipe na sexta posição entre as unidades da Federação e na segunda colocação regional.
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Apesar dos resultados positivos nos acumulados, o desempenho mensal foi de retração. Em agosto, o volume de serviços sergipano caiu 1,7% em relação a julho, na série com ajuste sazonal. Na comparação com agosto de 2025, a redução foi de 0,7%.
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A receita nominal do setor teve comportamento diferente. O indicador recuou 0,5% em agosto frente ao mês anterior, mas avançou 4,5% na comparação com o mesmo mês do ano anterior.
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No acumulado de janeiro a agosto, a alta da receita nominal chegou a 9,2%; em 12 meses, alcançou 9,1%.
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Para Michele Doria, gerente de estudos socioeconômicos do Observatório de Sergipe, o crescimento acumulado do setor no estado ficou acima da média nacional até agosto e se destacou entre os resultados do Nordeste.
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Segundo ela, a evolução nos acumulados do ano e de 12 meses indica continuidade da expansão dos serviços na economia sergipana. No conjunto do país, o volume de serviços recuou 0,1% em agosto ante julho, considerando a série ajustada sazonalmente.
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Na comparação anual, houve crescimento de 0,6%. O setor registrou alta de 1,7% no acumulado do ano e de 2,2% nos 12 meses encerrados em agosto. Entre as 27 unidades da Federação, 13 registraram crescimento mensal em agosto.
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Rondônia teve o maior avanço, com 5,6%, seguida pelo Distrito Federal, com 3,7%, e por Alagoas, com 3,5%. As maiores quedas foram observadas em Tocantins, com -7,4%, Piauí, com -5,9%, e Bahia, com -4,8%. Paraíba e Pernambuco não apresentaram variação no mês.
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No acumulado de janeiro a agosto, os maiores crescimentos foram registrados no Distrito Federal, com 9,1%, no Amapá, com 6,5%, e em Roraima, também com 6,5%.
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Já no período de 12 meses, Distrito Federal, com 9,0%, Rondônia, com 6,5%, e Roraima, com 4,7%, lideraram o ranking nacional. Sergipe ficou atrás apenas do Distrito Federal entre os estados nordestinos nesse recorte, enquanto Alagoas apresentou retração de 3,1%.
Fontes da reportagem
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