Saude
Professores de escolas particulares do Rio de Janeiro fizeram uma paralisação de 24 horas nesta quarta-feira (2), com ato no Largo do Machado, na zona sul. A categoria cobra reajus
01
Professores de escolas particulares do Rio de Janeiro cruzaram os braços nesta quarta-feira (2) em uma greve de 24 horas para reivindicar melhores condições de trabalho, reajuste salarial e valorização profissional.
02
A paralisação foi aprovada em assembleia do Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (Sinpro-Rio), no último sábado (29), após rodadas de negociação sem acordo.
03
Durante a mobilização, os docentes realizaram um ato no Largo do Machado, no bairro do Catete, na zona sul da capital fluminense. Segundo o sindicato, mais de 1 mil profissionais participaram da manifestação.
04
Entre as reivindicações estão o pagamento da hora-atividade, referente ao trabalho feito fora da sala de aula em atividades pedagógicas, e a equiparação salarial entre profissionais da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio.
05
De acordo com o diretor jurídico do Sinpro-Rio, Fábio Conde, os salários estão defasados e o trabalho extraclasse aumentou, principalmente após a pandemia, com atividades virtuais, uso de plataformas de ensino e adaptação de materiais.
06
Conde afirmou ainda que os professores têm rotina intensa também fora do horário de aula e disse que há um número elevado de afastamentos por questões de saúde mental.
07
A Agência Brasil informou ter procurado o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Rio de Janeiro (SinepeRio), que optou por não se manifestar sobre o tema neste momento.
Fontes da reportagem
Esta Web Story apresenta os fatos essenciais da matéria. A reportagem completa reúne documentos, atualizações e contexto adicional.