Saude
Ardi Rizal começou a fumar ainda na primeira infância, chegou a consumir cerca de 40 cigarros por dia aos 2 anos e enfrentou uma longa reabilitação para abandonar a nicotina e cont
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Ardi Rizal tinha cerca de 1 ano e meio quando um vídeo dele fumando, enquanto caminhava de fraldas, ganhou repercussão internacional.
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Aos 2 anos, o menino indonésio chegava a consumir aproximadamente 40 cigarros por dia, em um caso que chamou atenção para os riscos da exposição precoce à nicotina. Ardi vivia na aldeia de Teluk Kemang, no sul da ilha de Sumatra, na Indonésia.
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Sua mãe, Diana, trabalhava vendendo peixes. Ainda pequeno, ele passou a recolher cigarros em uma praça da região depois de observar outras pessoas fumando. Segundo relato publicado pelo The Sydney Morning Herald em 2017, o primeiro cigarro teria sido oferecido pelo próprio pai.
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A dependência se agravou a ponto de exigir a intervenção do Ministério do Empoderamento da Mulher e da Proteção Infantil da Indonésia. A família tentou interromper o consumo, mas enfrentou reações intensas quando os cigarros eram retirados.
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Ardi tinha acessos de raiva e chegava a bater a cabeça. Três anos depois de o caso ganhar repercussão, os pais procuraram ajuda profissional. O processo de reabilitação foi conduzido pelo psicólogo infantil Seto Mulyadi.
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A interrupção do cigarro provocou ansiedade intensa, que passou a ser compensada pela alimentação. Mais de 15 anos depois de o caso viralizar, Ardi era considerado uma das pessoas mais jovens a superar o vício em cigarros.
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Em 2022, aos 14 anos, frequentava a escola primária e seguia uma dieta baseada em peixes e verduras para tentar alcançar um peso considerado adequado. Em 2019, esteve no Brasil e participou de um programa da TV Record.
Fontes da reportagem
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