Politica Nacional
Em sessão volátil e de liquidez reduzida, o Ibovespa virou no fim do pregão desta sexta-feira, fechou em alta de 0,30% e completou oito ganhos seguidos, com apoio das ações da Petr
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O Ibovespa teve um pregão de forte oscilação nesta sexta-feira, mas conseguiu encerrar em alta de 0,30%, aos 175.665 pontos, após alternar perdas e ganhos ao longo do dia.
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Com o resultado, o principal índice da B3 acumulou oito sessões consecutivas de valorização e fechou a semana com ganho de 2,71%.
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A sessão foi marcada por liquidez reduzida e por reação inicial negativa ao tom mais duro adotado pelo presidente do Federal Reserve, Kevin Warsh, durante evento em Jackson Hole.
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As declarações elevaram, ao longo da manhã, as apostas de alta de juros nos Estados Unidos na reunião de setembro e pressionaram os ativos locais.
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Mais tarde, porém, o índice devolveu as perdas e passou a subir, apoiado principalmente pela alta das ações da Petrobras e pelo desempenho positivo de bancos.
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Analistas não apontaram um motivo específico para a recuperação, mas o movimento acompanhou uma melhora de outros ativos domésticos, que se afastaram dos piores níveis do dia antes do fim de semana.
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No pregão, o Ibovespa oscilou entre a mínima de 173.894 pontos e a máxima de 176.421 pontos. O volume financeiro foi de R$ 14,6 bilhões no índice e de R$ 21,4 bilhões na B3.
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Entre as blue chips, as ações preferenciais da Petrobras fecharam com alta de 1,99%, liderando as maiores valorizações do índice. Também se destacaram as units do Santander, com avanço de 1,83%, e os papéis da B3, que subiram 1,97%.
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Na outra ponta, ações ligadas ao consumo e à construção civil ficaram entre as maiores quedas, em meio ao avanço dos juros futuros. MRV recuou 5,12%, Magazine Luiza caiu 4,55% e Cyrela cedeu 3,28%. A Vale também fechou em baixa, de 0,67%.
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Fora do mercado local, os principais índices de Nova York terminaram no vermelho: o Nasdaq caiu 0,52%, o S&P 500 perdeu 0,25% e o Dow Jones ficou praticamente estável, com leve recuo de 0,02%.
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Segundo dados do CME Group, a chance precificada de alta de juros pelo Fed em setembro passou a 57,5%, ante 42,5% de manutenção.
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