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Câmara aprova área para construção do primeiro Hospital Veterinário Municipal de Aracaju

Projeto aprovado pela Câmara autoriza a destinação de área no Bairro Soledade; unidade terá atendimento gratuito e aguarda sanção, licenças, conclusão dos projetos e licitação para

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A Câmara Municipal de Aracaju aprovou nesta terça-feira (6) o Projeto de Lei nº 382/2026, que autoriza a Prefeitura a destinar uma área pública para a construção do primeiro Hospital Veterinário Municipal da capital.

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A proposta segue agora para sanção da prefeita Emília Corrêa e prevê a instalação da unidade no Loteamento Isabel Martins, no Bairro Soledade. O terreno indicado fica entre as Ruas E, F e K e a Avenida Governador Marcelo Déda Chagas, antiga Avenida J.

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A aprovação do projeto permite a destinação do espaço para a obra, mas não representa, por si só, o início da construção. Ainda são necessárias a conclusão de etapas técnicas e administrativas e a realização de uma licitação.

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De acordo com as informações apresentadas pela Prefeitura, o hospital deverá oferecer atendimento veterinário gratuito, com serviços clínicos e cirúrgicos.

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A proposta estabelece como público prioritário os animais comunitários e aqueles pertencentes a tutores em situação de vulnerabilidade, além de protetores independentes e organizações de proteção animal.

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A previsão é que o equipamento seja viabilizado com recursos provenientes da outorga da concessão parcial da Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso). O investimento estimado para a construção é de R$ 278.298,47, conforme informado pela Prefeitura.

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O hospital deverá receber o nome de Hospital Veterinário Nazaré Moraes, em homenagem à ativista que atuou na defesa dos direitos dos animais em Sergipe.

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Em 2012, Nazaré Moraes fundou a ONG Educação e Legislação Animal (ELAN), organização voltada ao acolhimento de animais, à realização de campanhas de adoção e a ações de conscientização.

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A implantação de uma unidade municipal com atendimento gratuito busca concentrar serviços clínicos e cirúrgicos destinados a animais em diferentes condições de vulnerabilidade.

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A prioridade prevista no projeto também inclui pessoas e entidades que atuam diretamente no cuidado e na proteção animal, como protetores independentes e organizações do setor.

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Segundo a Prefeitura, os projetos complementares e as licenças necessárias estão em fase final de aprovação. Depois dessa etapa, o projeto definitivo deverá ser encaminhado para a abertura da licitação.

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Até a conclusão desse processo, a obra permanece condicionada ao cumprimento das exigências técnicas, à sanção da lei e à contratação da empresa responsável pela construção.

Fontes da reportagem

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