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Atividade física na gravidez: confira benefícios quando há acompanhamento

Com liberação médica e orientação profissional, exercícios moderados podem melhorar o bem-estar da gestante, ajudar no controle do peso e reduzir riscos associados à diabetes gesta

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A prática regular de atividade física durante a gravidez pode contribuir para uma gestação mais saudável e confortável, desde que seja liberada pelo médico e acompanhada por profissionais qualificados.

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O Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendam que as gestantes realizem pelo menos 150 minutos de atividades físicas moderadas por semana, respeitando as condições individuais de cada pessoa.

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Segundo Diego Maia, professor de Fisioterapia da Faculdade Anhanguera, a atividade física pode aumentar a disposição, reduzir inchaços e enjoos e aliviar dores nas costas e nas articulações quando não há contraindicação médica.

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A prática também pode ajudar a prevenir o ganho excessivo de peso e condições como diabetes gestacional e hipertensão arterial, fatores associados ao risco de pré-eclâmpsia. As orientações para a gravidez mudaram ao longo do tempo.

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De acordo com Maia, antes havia maior valorização do repouso como forma de evitar riscos ao bebê.

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Atualmente, a atividade física é considerada benéfica para gestantes quando há liberação médica, acompanhamento adequado e adaptação dos exercícios às condições de cada fase da gestação. Entre os efeitos apontados está a melhora da respiração e da capacidade cardiovascular.

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A rotina de exercícios também pode favorecer mais conforto no dia a dia e contribuir para o controle do peso.

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Para que esses benefícios sejam obtidos com segurança, a recomendação é que a gestante mantenha supervisão profissional e evite atividades que provoquem impactos elevados. Caminhada, bicicleta ergométrica e natação são citadas como opções de exercícios aeróbicos.

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Para o fortalecimento muscular e a redução de dores, podem ser consideradas modalidades como pilates, yoga, hidroginástica e musculação, desde que adaptadas e orientadas.

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Treinos com o peso do próprio corpo ou com faixas elásticas também podem oferecer resultados, segundo o professor. A orientação é evitar práticas pesadas e modalidades de grande impacto, como corridas, lutas e jogos com bola.

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A escolha da atividade deve considerar as condições individuais da gestante e depender de avaliação e liberação médica. Assim, a recomendação geral de atividade moderada não substitui a análise do profissional responsável pelo acompanhamento da gravidez.

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O assoalho pélvico também deve receber atenção durante a gestação. Formado por músculos e ligamentos que sustentam os órgãos abdominais e pélvicos, esse conjunto pode ser fortalecido ao longo de toda a gravidez.

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Segundo Maia, esse trabalho ajuda a preparar o corpo para o parto e diminui o risco de incontinência urinária antes e depois do nascimento.

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A prática de exercícios, portanto, deve ser incorporada à rotina de forma gradual e supervisionada, sem desconsiderar eventuais contraindicações.

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Com acompanhamento médico e orientação de um profissional qualificado, a atividade física pode integrar os cuidados da gestação e contribuir para o bem-estar da mãe e o desenvolvimento saudável do bebê.

Fontes da reportagem

AJN1

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