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Eleicoes 2026

Bloco com sete siglas seguirá unido na Câmara a partir de 2027

União, PP, PSD, Republicanos, MDB, PSDB-Cidadania e Podemos decidiram manter o bloco parlamentar majoritário na próxima legislatura, que terá início em fevereiro de 2027 e reunirá 240 deputados.

Hugo Motta preside a sessão do plenário
Crédito da imagemBloco decidiu apoiar a reeleição do presidente Hugo Motta - Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
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Sete partidos e uma federação partidária decidiram manter, na próxima legislatura da Câmara dos Deputados, o bloco parlamentar majoritário formado por União, PP, PSD, Republicanos, MDB, federação PSDB-Cidadania e Podemos. O grupo continuará organizado a partir de fevereiro de 2027, com o objetivo declarado de atuar de forma conjunta e buscar convergência entre as propostas.

Atualmente, o bloco reúne 271 deputados. Na próxima legislatura, a composição prevista será de 240 parlamentares. A redução no número de integrantes não altera a decisão das siglas de preservar a articulação conjunta na Casa.

Em nota assinada pelos líderes partidários, as agremiações afirmaram que pretendem trabalhar unidas, embora mantenham diferenças políticas. O texto registra a disposição de buscar convergências e dar continuidade ao trabalho construído por uma Câmara descrita pelos partidos como plural, independente e aberta ao diálogo com diferentes correntes políticas.

O grupo também declarou apoio à recondução de Hugo Motta à Presidência da Câmara a partir do próximo ano. Segundo a nota, o presidente terá o respaldo dos partidos para iniciar o diálogo em busca de convergência e unidade em torno de sua reeleição.

A formação dos blocos tem efeito direto na organização interna da Câmara. De acordo com o Regimento Interno, o tamanho de cada grupo define as preferências na distribuição das comissões permanentes e na escolha de cargos da Mesa Diretora.

O regimento permite que dois ou mais partidos ou federações formem um bloco parlamentar, desde que representem pelo menos 16 deputados. Depois de constituído, o grupo passa a atuar sob uma liderança comum, com funcionamento semelhante ao de um partido dentro da Câmara.

Com a decisão, as sete siglas e a federação manterão uma estrutura conjunta para a próxima legislatura, que começará em fevereiro de 2027. Até lá, o bloco permanece com os 271 integrantes da composição atual e continuará tendo peso na definição de preferências regimentais e nas negociações relacionadas à direção da Casa.

Fontes da reportagem

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