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Três aeroportos em regiões estratégicas de Mato Grosso entram na nova proposta de concessão – Sapicuá

Aeroportos de Cáceres, Juína e Tangará da Serra foram incluídos no pacote que será leiloado em dezembro de 2026, junto com o Aeroporto Internacional de Brasília e outros terminais regionais. A previsão inicial é de R$ 858 milhões em investimentos nos aeroportos menores.

Três aeroportos em regiões estratégicas de Mato Grosso entram na nova proposta de concessão - Sapicuá
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Os aeroportos de Cáceres, Juína e Tangará da Serra, em Mato Grosso, foram incluídos em uma nova proposta de concessão aeroportuária que prevê a escolha de um operador para o Aeroporto Internacional de Brasília e outros dez terminais regionais do país.

O edital foi publicado na última semana, e o leilão está marcado para 17 de dezembro de 2026, às 15h. As empresas interessadas deverão apresentar as propostas e as respectivas garantias até 10 de dezembro.

O vencedor da disputa ficará responsável pelas obrigações relacionadas ao aeroporto de Brasília e pelos dez terminais regionais incluídos no contrato. Além das unidades mato-grossenses, o pacote reúne aeroportos localizados em Goiás, Bahia, Mato Grosso do Sul e Paraná.

Para os aeroportos regionais, estão previstos inicialmente cerca de R$ 858 milhões em investimentos. Os recursos deverão ser destinados à ampliação, à manutenção e à operação dos terminais incluídos na concessão.

Cáceres está localizada na região Oeste de Mato Grosso, próxima à fronteira com a Bolívia e a corredores rodoviários e turísticos. Tangará da Serra é um dos principais centros econômicos do interior do Estado, com atividades ligadas ao agronegócio, ao comércio e aos serviços.

Juína funciona como polo regional no Noroeste mato-grossense, uma área distante da região metropolitana. Nesse contexto, a aviação pode reduzir o tempo de deslocamento entre o município e outras regiões.

A modernização dos terminais poderá ampliar as condições para a atração de companhias aéreas, a criação de voos regulares, o atendimento à aviação executiva, o transporte de cargas e a conexão dessas regiões com os principais centros econômicos do país.

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